
Quanto custa um site profissional? O que faz o investimento valer a pena
O que move o preço de um site profissional, a conta de retorno e o custo de não ser encontrado, sem tabela genérica.

Site pronto ou personalizado se decide por quanto vale um cliente novo e por onde ele chega. Para empresa que quer cliente pelo Google, o caminho é o personalizado: estrutura, textos e SEO feitos para o seu cliente, e não para um modelo que serve a milhares de empresas.
Site pronto ou personalizado é a escolha entre começar de um modelo de layout e começar do seu negócio. No site pronto, alguém já decidiu como a página inicial é, quantas seções ela tem e onde fica cada botão, e você troca textos, fotos e cores. No site personalizado, a estrutura de páginas, os textos e o design nascem da pergunta “como o meu cliente procura e decide?”.
Os dois podem ter boa aparência. A diferença aparece quando o visitante precisa decidir: o modelo foi desenhado para servir a milhares de empresas, então não sabe qual dúvida trava o seu cliente nem qual prova ele pede antes de chamar. É por isso que a criação de site profissional da Oleiro começa pelo negócio e só depois chega ao layout.
Uma observação sobre o vocabulário: pronto e personalizado não são sinônimos de plataforma. Um site em WordPress ou em Next.js pode ser um modelo adaptado ou um projeto do zero. O que define o tipo é de onde vêm a estrutura, os textos e o design, e não a ferramenta. A plataforma se escolhe pela análise de cada projeto, com a hospedagem certa para ela; quando o WordPress faz sentido está em o que é WordPress.
O site pronto entrega presença: mostra quem é a empresa, onde fica e como falar com ela. O que fica faltando é o que traz cliente novo pelo Google, porque o modelo foi desenhado para servir a qualquer empresa, e não para responder às buscas e às dúvidas do seu cliente.
Site pronto para uma empresa Prós:
Prós
Contras
A pergunta que decide é se o site vai ser um cartão de visitas ou uma fonte de clientes. Para a empresa que quer pedido de orçamento, o modelo vira teto: cada serviço novo, cada segmento atendido e cada ajuste para o Google esbarra no que ele permite. E, em qualquer caso, registre o domínio .com.br no nome da empresa, direto no Registro.br, e guarde os acessos de tudo.
O site personalizado se paga quando um único cliente novo cobre boa parte do investimento e esse cliente compara fornecedores antes de pedir orçamento. Nessa situação, o site precisa responder às dúvidas do comprador e levá-lo até o pedido, e um modelo genérico não faz isso.
O guia de SEO para iniciantes do Google resume o objetivo: ajudar o Google a entender o conteúdo e ajudar as pessoas a decidir se vale entrar. O Google também recomenda conteúdo feito para as pessoas, e não para encher página (Google Search Central). Para uma indústria, um escritório ou uma clínica, isso quer dizer uma página para cada serviço, escrita com a linguagem do cliente, e não um texto único que fala de tudo.
A Fortiplás, indústria de formas plásticas, tem um site personalizado, feito pela Oleiro, com páginas de produto, catálogo para baixar e pedido de orçamento pelo WhatsApp. Com SEO mensal, os cliques vindos do Google cresceram 85%.
O número vem do conjunto: um site feito para ser encontrado e o trabalho contínuo de SEO depois da entrega. Os detalhes estão no case da Fortiplás.
Um site personalizado se faz na ordem inversa do modelo: primeiro o negócio, por último o layout.
A escolha entre site pronto e personalizado se resume a duas perguntas: quanto vale um cliente novo (o ticket) e por onde esse cliente chega. Cruze as duas na tabela abaixo e veja onde a sua empresa cai.
| Situação da empresa | Ticket e canal | O que costuma fazer sentido |
|---|---|---|
| Vende por indicação e quer apenas existir na internet | Ticket baixo ou médio; o cliente já chega decidido | Site institucional enxuto, feito para a empresa: quem recebe a indicação confere o site antes de ligar |
| Comércio local que depende do Maps e do WhatsApp | Ticket baixo; compra rápida, perto de casa | Perfil da Empresa no Google bem feito e um site enxuto, com serviços, endereço e WhatsApp à vista |
| Prestador de serviço com procura regular no Google | Ticket médio; o cliente compara 2 ou 3 fornecedores | Personalizado enxuto, com uma página por serviço |
| Indústria, escritório ou clínica de venda técnica | Ticket alto; o cliente compara, pede catálogo e demora a decidir | Site personalizado, com textos que respondem às dúvidas do comprador |
| Empresa que precisa de campanha de anúncios para um serviço | Qualquer ticket; o tráfego vem do anúncio | Landing page feita para a campanha, e o restante do site depois |
A mesma conta, com os números da sua empresa, está no guia quanto custa um site profissional, com a calculadora de retorno.
O site pronto não atrapalha o SEO por ser pronto, e o site personalizado não ajuda por ser personalizado. SEO é o que faz a sua empresa aparecer no Google sem pagar anúncio, e o Google olha o conteúdo de cada página e a experiência de quem visita. O que atrapalha é o que costuma vir junto com o modelo.
O template em si não prejudica. O prejuízo vem de três hábitos comuns: textos genéricos que repetem o que o concorrente diz, uma página só para todos os serviços e um conjunto de recursos pesados que deixa o site lento no celular. Todos têm conserto, mas quem monta o próprio site sozinho raramente enxerga o problema a tempo.
O Google leva tempo variável para encontrar, ler e posicionar um site novo, e ninguém sério promete data. Em um site novo, a primeira medida é conferir se as páginas foram encontradas; a segunda é acompanhar, mês a mês, em quantas buscas o site aparece. O guia quanto tempo o SEO leva explica o que esperar.
É possível, e muitas empresas fazem assim. O custo escondido está na troca. Se o site antigo já aparecia no Google, cada endereço antigo precisa levar ao novo por um redirecionamento, o aviso ao Google de que a página mudou de lugar. Sem isso, as posições conquistadas se perdem. O guia refazer ou otimizar o site mostra o passo a passo.
O erro mais comum é decidir pelo preço de entrega e esquecer o preço de troca. O site pronto parece mais barato no primeiro mês; depois, quando a empresa quer aparecer no Google ou vender de forma mais técnica, o modelo não comporta, e o projeto precisa ser refeito do zero. Aí entram textos novos, estrutura nova e o risco de perder o que o site antigo já tinha conquistado.
Checklist
Cinco perguntas para fazer antes de escolher
Se a resposta às duas primeiras for sim, o personalizado se paga. Se ainda não for, comece por um site personalizado enxuto, com as páginas que mais trazem cliente, e cresça por etapas sem refazer o que já existe. Sobre quem executa o projeto, a decisão seguinte está em agência ou freelancer.
O site personalizado vale para a empresa que quer o site trabalhando como canal de venda: ticket alto, cliente que compara antes de pedir orçamento, cada serviço numa página própria e textos que respondem ao comprador. O site pronto põe a empresa na internet, mas não foi feito para isso.
Quando o investimento total ainda parece alto, o caminho é um site personalizado enxuto, com poucas páginas e crescimento por etapas. O ponto é decidir a estrutura pelo que o cliente procura, e não pelo que o modelo oferece.
Na Oleiro, o site personalizado segue os cinco passos acima, da análise do negócio e do mercado à medição, com todos os textos escritos por nós, o SEO na base desde o primeiro dia e ajustes depois do lançamento, conforme os dados mostram. Quando o caso pede um site enxuto, começamos pelas páginas que mais trazem cliente e crescemos por etapas, sem refazer o que já existe. Domínio, contas e acessos ficam no nome da sua empresa. Se ainda está em dúvida entre os dois caminhos, o diagnóstico gratuito mostra qual compensa no seu caso.
Quase toda empresa chega a esta escolha com as mesmas dúvidas: o que muda de verdade, se o modelo prejudica o Google e se dá para começar simples e trocar depois.
O site pronto parte de um modelo de layout, e você troca textos, fotos e cores. O site personalizado parte do seu negócio: a estrutura de páginas, os textos e o design são feitos para o seu cliente e para o que ele procura no Google. A diferença aparece menos na aparência e mais em quantas pessoas pedem orçamento.
Veja como funciona na criação de site personalizado.
Não por ser pronto. O Google avalia o conteúdo de cada página e a experiência de quem visita, como a velocidade no celular, e não o jeito como o site foi montado. O problema do modelo é indireto: textos genéricos, pouco espaço para uma página por serviço e peso de recursos que ninguém usa.
O guia SEO na criação de site mostra o que precisa estar no projeto desde o começo.
O valor de um site pronto é a soma da mensalidade da plataforma ou do modelo, do domínio, pago por ano, e do tempo de quem monta: o seu ou o de quem você contratar. O que costuma ficar fora da conta é o custo de troca, quando o modelo deixa de comportar a empresa.
Os fatores que movem o preço estão em quanto custa um site profissional.
O valor muda com o número de páginas, com quem escreve os textos, com o design, com o SEO e com as integrações. Por isso nenhuma tabela séria dá um preço único. O que dá para fazer é comparar propostas pelos mesmos oito critérios.
Eles estão no guia quanto custa um site profissional.
Pode, mas a conta costuma sair mais cara: o site é feito duas vezes, e a troca tem risco. O cuidado é com a migração: cada endereço antigo precisa apontar para o novo, ou as páginas que já apareciam no Google perdem posição. Anote desde o início o que tem no site e em nome de quem estão domínio e acessos.
A troca bem feita está explicada em refazer ou otimizar o site.
Depende de como é usado. O WordPress é uma plataforma, e pode receber um modelo pronto ou um projeto feito do zero para a empresa. O mesmo vale para o Next.js e outras plataformas: o que define se o site é pronto ou personalizado é de onde nascem a estrutura, os textos e o design.
O que o WordPress exige depois de pronto está em o que é WordPress.
Para empresa que quer cliente pelo Google, não. O resultado depende de uma página para cada serviço, do controle do que entra no Google, de redirecionamentos bem feitos e da medição de onde vem cada contato, e num construtor tudo isso fica limitado ao que o painel permite. No Wix, o site também não pode ser levado para outra hospedagem.
O que um site profissional entrega a mais está em quanto custa um site profissional.
Compare o seu site com o de dois concorrentes. Se trocando o logotipo as páginas ficariam iguais, o site é genérico: ele não diz por que o cliente deve escolher você. Outro sinal é o cliente elogiar o visual e não pedir orçamento.
O guia site bonito que não gera contato traz os dez sinais.
Escrito por
Fundador e gestor executivo da Oleiro
Cria sites, sistemas e estratégias comerciais desde 2000. Fundador da Oleiro, criou o CLICA CRM e escreve os guias do blog.
Revisado por Solange Koerber Rekowsky, cofundadora da Oleiro

O que move o preço de um site profissional, a conta de retorno e o custo de não ser encontrado, sem tabela genérica.

Critério para decidir entre otimizar e refazer o site, a conta de cada caminho e como proteger as posições no Google.

As nove perguntas que separam trabalho sério de promessa vazia, com a resposta que você deveria ouvir de cada agência.
No diagnóstico gratuito, uma conversa online sem custo, você sai sabendo: onde a sua empresa aparece hoje no Google, no Maps e nas IAs, o que mais trava os pedidos de orçamento e por onde começar. Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.
Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.