
Site pronto ou personalizado: qual faz sentido para a sua empresa
O que o site pronto deixa de fora, quando o personalizado se paga e a tabela que cruza ticket, canal de venda e tamanho da empresa.

Quanto custa um site profissional depende do que ele precisa fazer pela empresa: quantas páginas tem, quem escreve os textos, quanto SEO entra e quais integrações exige. O número que decide é quanto vale um contrato do seu cliente, e a conta de retorno mostra quantos pedidos pagam o site.
Quanto custa um site profissional vai de um plano gratuito de plataforma a projetos sob medida que custam muitas vezes mais, porque a palavra “site” cobre coisas muito diferentes: um site institucional de poucas páginas, para apresentar a empresa, e um site personalizado, feito do zero para aparecer no Google, responder às dúvidas de quem compra e virar pedido de orçamento todos os meses.
A pergunta útil, então, é o que o site precisa fazer pela sua empresa. Site que só confirma que a empresa existe custa pouco e entrega pouco. Um site que precisa ser encontrado por quem ainda não conhece você exige estratégia, textos, SEO — o que faz a empresa aparecer no Google sem pagar anúncio — e medição. O guia de SEO para iniciantes do Google Search Central resume o objetivo: ajudar o Google a entender o conteúdo do site e ajudar as pessoas a encontrá-lo e decidir se vale entrar. É esse segundo tipo de site que a Oleiro faz na criação de site profissional. Para saber se basta uma página só, veja landing page, one page ou site institucional.

O custo de montar um site tem duas partes: o investimento inicial, para planejar, escrever, desenhar e programar, e os custos que se repetem, como domínio, hospedagem e manutenção. O investimento inicial é o que mais varia. Segundo a estimativa publicada pelo Wix, o site mais caro feito por profissional ou agência custa mais de 20 vezes o mais barato.
O valor mensal de um site é a soma do que mantém o site no ar e funcionando: hospedagem, domínio (pago por ano), e-mail no domínio da empresa, manutenção e, quando houver, plataforma e aplicativos pagos. Num site profissional, o domínio .com.br é uma taxa anual pequena, paga ao Registro.br, e o restante depende do tamanho do site e do que a manutenção cobre.
Desconfie de proposta que não diga o que acontece depois da entrega. Um site sem atualização, backup e cuidado com a segurança envelhece rápido e pode sair do ar no pior momento.
O preço de um site profissional é movido por oito fatores, e cada um deles responde a uma pergunta que você pode fazer ao fornecedor antes de assinar. Faça as mesmas perguntas a cada fornecedor e compare as respostas, não só o valor final.
| O que pesa no preço, e por quê | Pergunta para fazer ao fornecedor |
|---|---|
| Número e tipo de páginas. Cada página de serviço é planejada, escrita e preparada para o Google. Um site de 5 páginas e um de 30 são projetos diferentes. | Quantas páginas o projeto tem e por que essas? |
| Quem escreve os textos. Textos que respondem ao cliente exigem levantamento de informações, posicionamento e redação. Quando a empresa escreve, o preço cai e o resultado passa a depender dela. | Quem escreve os textos, e com base em quê? |
| Design próprio ou modelo. Adaptar um layout pronto leva menos horas que criar o design para a sua marca e para o caminho do seu cliente. | O design é criado para a minha empresa ou adaptado de um modelo? |
| SEO na base do projeto. Estrutura, títulos e endereços pensados para o Google desde o início dão trabalho, mas evitam remendo depois. | O que vocês fazem para o site aparecer no Google, além de instalar um plugin? |
| Preparo para as IAs. Informações claras e consistentes ajudam as principais IAs do mercado, como ChatGPT, Gemini e a IA do Google, a entender e indicar a empresa. | Como o site fica preparado para ser citado pelas IAs? |
| Velocidade no celular. O Google mede a experiência real do visitante pelos Core Web Vitals, que avaliam carregamento, resposta e estabilidade da página (Google Search Central). Site leve exige técnica. | Os sites que vocês entregaram passam nas Core Web Vitals no celular, e onde fica a hospedagem? |
| Integrações. Formulário ligado ao sistema de vendas, catálogo, área de gestão e sites em outros idiomas aumentam o projeto. | Quais integrações estão incluídas e quais são cobradas à parte? |
| Depois da entrega. Hospedagem, atualizações, backup e segurança são custo recorrente, e alguém precisa responder por eles. | O que acontece depois que o site vai ao ar, e em nome de quem ficam domínio e acessos? |
O fator que mais muda o resultado costuma ser o segundo. Um site com design caro e textos genéricos, do tipo “qualidade e compromisso”, parece igual ao do concorrente e não responde o que o comprador quer saber. Na Oleiro, levantamos as informações, o posicionamento e o tom da marca e escrevemos todos os textos do site; a empresa traz só o conhecimento do negócio.

O primeiro fator, o número de páginas, também se decide com critério: o guia quais páginas um site precisa ter abre a estrutura do próprio site da Oleiro como exemplo.
Não existe tabela de preços séria para criação de sites, porque dois sites com o mesmo número de páginas podem exigir trabalhos completamente diferentes. Quem publica valor fixo vende um formato pronto, e o que fica de fora aparece depois, como custo extra ou como site que não traz cliente.
As tabelas que aparecem na busca costumam misturar três coisas diferentes: plataformas de montar sozinho, profissionais que adaptam modelos e projetos sob medida. Comparar essas linhas é como comparar o aluguel de uma sala com a construção de uma fábrica. Os dois têm preço por metro quadrado, mas resolvem problemas diferentes. O número confiável sai de descrever o que o site precisa fazer e pedir a cada fornecedor que responda às oito perguntas da tabela anterior.
A conta de retorno de um site compara o investimento com o lucro dos contratos que ele traz, e se faz em três passos com números que só a sua empresa tem. Ela troca a pergunta “quanto custa?” por “quantos pedidos de orçamento o site precisa trazer para valer a pena?”.
O valor de um contrato, para esta conta, é o lucro que ele deixa, não o faturamento. Multiplique o valor médio de um contrato pela sua margem. Se você vende projetos de valores muito diferentes, use a média dos últimos doze meses.
Se de cada dez orçamentos você fecha dois, a taxa é de 20%. Quem não tem esse número anotado pode começar pela memória do último trimestre: quantos orçamentos saíram e quantos fecharam.
Divida o investimento no site pelo lucro de um contrato: o resultado é quantos contratos pagam o site. Depois divida esse número pela taxa de fechamento: o resultado é quantos pedidos de orçamento o site precisa trazer. Dividido por doze, vira a meta mensal.
Uma indústria tem margem de 25% em cada contrato: um quarto do valor vendido vira lucro. Ela fecha 1 em cada 5 orçamentos, uma taxa de 20%. Suponha que o investimento no site seja igual ao lucro de 2 contratos.
| Passo | Conta e resultado |
|---|---|
| 1. Lucro por contrato | valor do contrato × 25% = o lucro de 1 contrato |
| 2. Taxa de fechamento | 1 em cada 5 orçamentos = 20% |
| 3. Contratos que pagam o site | investimento ÷ lucro de 1 contrato = 2 contratos |
| 4. Pedidos de orçamento necessários | 2 ÷ 20% = 10 pedidos |
| 5. Meta mensal no primeiro ano | 10 ÷ 12 = menos de 1 pedido por mês |
Nesse exemplo, o site se paga com menos de um pedido de orçamento por mês no primeiro ano. A partir daí, cada contrato que vem pelo site é lucro, e o site continua trabalhando nos anos seguintes. Faça a mesma conta com os números da sua empresa: se a meta mensal parecer impossível, o problema está no tamanho do projeto ou na falta de quem procure pelo que você vende, e vale descobrir qual dos dois antes de investir.
Calculadora de retorno
Quantos pedidos de orçamento o seu site precisa trazer?
Os campos começam com os números do exemplo acima. Troque pelos da sua empresa: o valor da venda e a margem são do que você vende ao seu cliente. A conta é feita no seu navegador e nada é enviado.
Resultado
2 contratospagam o site, com lucro de R$ 7.500 por contrato
10 pedidos de orçamentoé o que o site precisa trazer; no primeiro ano, dá menos de 1 pedido por mês
Preencha os quatro campos com números maiores que zero; margem e taxa vão até 100%.
O resultado depende da força comercial da sua empresa e da capacidade de fechar as vendas. Os valores são só exemplos e não representam preços nem orçamentos da Oleiro: cada projeto é avaliado individualmente.
Para comparar o site com anúncios e outros canais na mesma régua, o guia de custo por lead por canal mostra quanto custa cada contato em cada um deles.
O custo de não ser encontrado é o pedido de orçamento que vai para o concorrente que aparece quando o cliente procura o que você vende. Ele não aparece em nenhuma fatura, por isso quase nunca entra na conta de quem compara preço de site.
A busca, além disso, mudou: nas pesquisas sobre preço de site, o Google já mostra uma resposta de IA no topo, antes dos links (levantamento da Oleiro, out/2026). Essas respostas, que o Google chama de Visões gerais criadas por IA, só usam como link páginas indexadas e aptas a aparecer na busca com um trecho de texto, segundo o Google Search Central. Quem não tem um site claro, rápido e bem escrito fica de fora dos links e dessa resposta.
A Fortiplás, indústria de formas plásticas com site feito pela Oleiro e SEO mensal, cresceu 85% em cliques vindos do Google (Google Search Console, média de out–dez/2025 → média de jun–ago/2026). São pessoas que procuravam o que a empresa fabrica e, antes, encontravam outro fornecedor.
O que mudou no site e na forma de aparecer no Google está no case da Fortiplás.
Site grátis, Wix e site profissional têm preços diferentes porque entregam coisas diferentes, e a diferença aparece no resultado: quantas vezes a empresa é encontrada e quantos pedidos de orçamento chegam. O guia site pronto ou personalizado aprofunda essa decisão.
É possível criar um site sem pagar nada em plataformas com plano gratuito, mas com limites: o endereço fica dentro do domínio da plataforma, aparecem anúncios dela e os recursos são reduzidos. Para uma empresa que quer aparecer no Google, o domínio próprio, de R$ 40 por ano no Registro.br (valor consultado em out/2026), é o mínimo. Registre o domínio no CNPJ da sua empresa: assim o endereço é dela, e não de quem fez o site.
O outro custo que não pode faltar é a hospedagem, que se repete todo ano. Hospedagem de qualidade, com servidor no Brasil, responde mais rápido a quem visita o site daqui. Segundo o web.dev, do Google, o visitante longe do servidor espera mais pela primeira resposta da página, e hospedagem compartilhada costuma ser mais lenta. Essa espera atrasa todo o carregamento medido pelas Core Web Vitals.
O Wix tem plano gratuito, com anúncios e endereço no subdomínio da plataforma, e planos pagos por mensalidade, que cobrem plataforma e hospedagem. Estrutura de páginas, textos que vendem e SEO continuam por conta de quem monta o site.
Um site profissional vale o investimento quando a empresa quer que a internet trabalhe para ela, e não só “estar lá”. Os sinais mais comuns:
Um site completo pode esperar quando a empresa ainda não consegue aproveitá-lo. Mesmo assim, existe um próximo passo:
Site pronto e site profissional se separam pelo controle: quem decide a estrutura, o que o Google encontra e de quem é o site. Site pronto, aqui, é o montado numa plataforma de assinatura, como Wix, Squarespace ou o construtor de sites da hospedagem.
A diferença que pesa no resultado está no que a plataforma decide por você. O Wix informa na própria central de ajuda que o site precisa rodar nos servidores dele, com a tecnologia dele, e não pode ser levado para outra hospedagem. No Squarespace, a exportação leva parte do conteúdo e deixa de fora o design, o CSS personalizado e as páginas de loja.
| Item | Site pronto (Wix e afins) | Site profissional |
|---|---|---|
| Estrutura e textos | Montados por quem assina, a partir de um modelo. | Planejados a partir do que o seu cliente procura, com uma página para cada serviço e para cada segmento atendido. |
| SEO técnico e indexação | Os ajustes que o painel oferece, como mostrar ou esconder uma página do Google; código e hospedagem são da plataforma. | Endereços, código e hospedagem decididos para o seu mercado, e cada página com o que entra no Google e qual versão vale. |
| Dados estruturados | Marcação pronta nos tipos de página da plataforma; o resto é escrito à mão, página por página, segundo a central de ajuda do Wix. | Empresa, serviços, artigos e perguntas descritos para o Google e para as IAs no site inteiro. |
| Redirecionamentos e migração | Feitos um a um no painel, dentro da plataforma. | Planejados endereço por endereço antes da troca, para o Google levar o histórico do site antigo ao novo. |
| Origem dos contatos | O formulário da plataforma; levar a origem de cada pedido ao seu sistema de vendas depende do que ela permite. | Cada pedido de orçamento chega com a origem: Google, Maps, anúncio ou IA. |
| Propriedade | No Wix, o site não sai da plataforma; no Squarespace, sai em parte. Mudar de casa é refazer. | Código, conteúdo, domínio e acessos no nome da empresa; trocar de hospedagem não apaga o site. |
| Custo ao longo do tempo | Investimento inicial baixo e mensalidade enquanto o site existir. | Investimento inicial maior; depois, hospedagem, domínio e manutenção de um site que é da empresa. |
A Frigo King, fabricante de refrigeração para baús, tinha o site no Wix. A Oleiro levou o frigoking.com.br para o WordPress, com a base técnica refeita, os redirecionamentos planejados, versões em outros idiomas e SEO mensal, e a empresa passou a aparecer 3,6 vezes mais no Google. O ganho veio do conjunto do trabalho, não da troca de plataforma sozinha, e o caminho completo está no case da Frigo King.
Para empresa que quer cliente pelo Google, não. Cada peça que põe a empresa no Google e traz pedido de orçamento, da estrutura de páginas à medição de cada contato, fica limitada ao que o painel permite. E o site nunca sai da plataforma.
Num site personalizado, cada peça é decidida para o seu mercado, e o site é da sua empresa desde o primeiro dia.
Fora dos construtores de assinatura, um site profissional pode ser feito em várias plataformas. As mais conhecidas são o WordPress e o Next.js, e há outras igualmente sólidas. Nenhuma serve a todo projeto: a escolha sai da análise do que o site precisa fazer, de quem vai publicar conteúdo e de como ele deve crescer.
Cada plataforma pede a hospedagem certa para ela e para o tamanho do projeto. Um site em WordPress e um em Next.js rodam bem em ambientes diferentes, e a hospedagem pesa na velocidade tanto quanto o código.
A IA entra para acelerar. Ela agiliza a produção do código e a construção do site, e o resultado continua sob medida para cada cliente. A qualidade vem de quem dirige a IA: antes dela vem a análise da empresa, do público e do mercado, com a profundidade que o investimento permite. O que dá errado é a IA decidindo sozinha, sem os dados certos e sem a análise do que traz resultado.
Por isso, compare propostas pelo conjunto: estrutura, conteúdo, SEO técnico, velocidade, hospedagem, medição e manutenção. A plataforma é uma peça dele, não o resultado.
O erro mais comum ao comparar orçamentos de site é escolher pelo valor final propostas que entregam coisas diferentes. Uma inclui os textos, a outra não; uma entrega o site no nome da sua empresa, a outra mantém domínio e acessos com o fornecedor; uma mede o resultado com os dados do próprio Google, a outra entrega e some.
Antes de comparar números, passe cada proposta pelas oito perguntas da tabela de fatores e anote as respostas lado a lado. Depois, confira se o básico está escrito. É nele que a proposta barata costuma economizar.
Checklist
O que precisa estar escrito na proposta
Na Oleiro, um site profissional passa por várias etapas, e o resultado vem do conjunto delas:
Veja como funciona a criação de site profissional ou peça o diagnóstico gratuito para saber por onde começar.
Antes de pedir orçamento, quase todo empresário quer saber o mesmo: que tipo de site faz sentido, o que entra no preço e o que acontece depois que o site vai ao ar.
Os tipos de site mais comuns para empresas são: site institucional, que apresenta a empresa em poucas páginas; site personalizado, feito do zero para vender algo que precisa ser explicado; loja virtual, para vender e receber pelo site; landing page, uma página única para campanhas; e blog, que atrai visitas com conteúdo. Cada formato tem seu custo e seu objetivo.
Veja os formatos na prática: site institucional · loja virtual · landing page
Um site simples ou de uma página custa menos porque tem pouco conteúdo para planejar e escrever, mas o valor ainda muda com quem escreve os textos, com o design e com as integrações. Uma página única funciona bem para uma campanha de anúncios. Para aparecer no Google em vários serviços, cada serviço precisa da sua própria página.
Quando a ideia é uma página para campanha, veja como funciona a criação de landing page.
Site com SEO custa mais no projeto, porque estrutura, títulos, endereços, textos e velocidade são pensados para o Google desde o primeiro dia. Em troca, evita o retrabalho de refazer páginas e endereços de um site que já está no ar. Depois da entrega, aparecer mais a cada mês depende do trabalho contínuo de SEO.
O que precisa entrar no projeto antes do layout está no guia SEO na criação de site.
Depende da proposta, e é a primeira coisa a perguntar. O domínio .com.br é pago por ano ao Registro.br e deve ficar no CNPJ da sua empresa. A hospedagem pode vir incluída, indicada ou gerenciada pelo fornecedor; prefira uma de qualidade, com servidor no Brasil.
Em qualquer caso, peça por escrito quanto cada item custa por ano e em nome de quem ele fica; o guia domínio, hospedagem e acessos traz a lista do que precisa ficar com a empresa.
Varia com o tamanho do projeto e com a rapidez com que a empresa envia informações e aprova cada etapa. Desconfie de prazo curto demais para um projeto que inclui estratégia, textos e SEO.
Peça um cronograma por etapa, com o que depende do fornecedor e o que depende de você.
Precisa. Atualizações de sistema, backup, segurança e velocidade evitam que o site fique lento, seja invadido ou saia do ar.
A manutenção pode ser feita pela própria empresa, se ela tiver quem saiba, ou contratada (manutenção de sites).
Pode compensar para quem não quer investimento inicial, desde que a proposta diga o que acontece se você cancelar. Em muitos modelos de assinatura, o site, os textos ou até o domínio ficam com o fornecedor.
Antes de assinar, confirme por escrito que domínio, conteúdo e acessos são da sua empresa.
Um site profissional nasce de várias etapas em sequência: entender a empresa, o público e o mercado, definir o que o site precisa fazer, planejar as páginas, escrever os textos, criar o design, desenvolver com SEO técnico, publicar com domínio próprio, medir e ajustar. Montar sozinho numa plataforma pula a maior parte delas; com uma agência, cada etapa tem alguém que responde por ela.
Comece pela lista de páginas, antes do layout; o guia quais páginas um site precisa ter mostra como decidir.
Escrito por
Fundador e gestor executivo da Oleiro
Cria sites, sistemas e estratégias comerciais desde 2000. Fundador da Oleiro, criou o CLICA CRM e escreve os guias do blog.
Revisado por Solange Koerber Rekowsky, cofundadora da Oleiro

O que o site pronto deixa de fora, quando o personalizado se paga e a tabela que cruza ticket, canal de venda e tamanho da empresa.

O que faz uma mensalidade de SEO custar mais ou menos, o que ela precisa entregar e a conta de retorno, sem tabela genérica.

As nove perguntas que separam trabalho sério de promessa vazia, com a resposta que você deveria ouvir de cada agência.
No diagnóstico gratuito, uma conversa online sem custo, você sai sabendo onde a sua empresa aparece hoje no Google, no Maps e nas IAs, o que mais trava os pedidos de orçamento e por onde começar. Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.
Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.