
Quanto custa um site profissional? O que faz o investimento valer a pena
O que move o preço de um site profissional, a conta de retorno e o custo de não ser encontrado, sem tabela genérica.

Agência ou freelancer para fazer o site: para o site que precisa trazer cliente pelo Google, a agência, porque o projeto junta estratégia, textos, SEO e acompanhamento, e alguém precisa responder depois da entrega. O freelancer atende bem a tarefa pequena e bem definida, mas o resultado fica nas mãos de uma pessoa só.
Agência ou freelancer é a escolha entre contratar uma pessoa que executa o seu site e contratar uma equipe que divide o trabalho entre estratégia, textos, design, programação e SEO. A boa escolha é a que cobre o que o seu projeto exige e continua respondendo depois que o site vai ao ar.
O freelancer costuma ser um profissional que faz o projeto quase sozinho. A conversa é direta, e o limite é o que uma pessoa consegue cobrir entre estratégia, textos, design, programação e SEO. A agência junta funções: quem planeja a estrutura não é quem escreve, que não é quem programa, e alguém coordena. Essa divisão custa mais e protege contra a dependência de uma única pessoa. A mesma pergunta aparece na escolha entre site pronto ou personalizado.
Na criação de site profissional, a Oleiro trabalha como agência: levantamos as informações, o posicionamento e o tom da marca e escrevemos todos os textos, e a empresa traz só o conhecimento do negócio. É essa divisão que deixa o site pronto para ser encontrado no Google, e não só bonito no dia da entrega.
| O que comparar | Freelancer | Agência |
|---|---|---|
| Quem executa | Uma pessoa, com várias funções | Equipe com funções divididas |
| Estratégia e textos | Costumam vir prontos de você, ou ficam fora | Podem fazer parte do projeto, se a proposta disser |
| SEO | Depende da especialidade da pessoa | Pode ser parte do projeto e do trabalho depois |
| Depois da entrega | Depende da disponibilidade de uma pessoa | Depende do contrato; a equipe segue disponível |
| Risco principal | Sumir, adoecer ou mudar de área | Projeto passar por várias mãos sem responsável |
| Melhor para | Projeto pequeno e bem definido | Projeto com estratégia, textos, SEO e medição |
A tabela descreve o que é comum, e não regra: há freelancer que trabalha com processo de equipe e agência que entrega modelo pronto. Quem decide são as perguntas certas.
Além do preço, compare cinco coisas: o que está incluído, quem responde depois da entrega, o que fica no nome da empresa, como o resultado é medido e quem já fez algo parecido. O valor final só vira comparável quando as propostas respondem às mesmas perguntas.
O Google explica que o SEO serve para o Google entender o conteúdo e para as pessoas encontrarem o site e decidirem se vale entrar. Um fornecedor que só fala de layout e não fala de como o cliente vai chegar ao site deixou metade do projeto de fora. O Google também orienta a produzir conteúdo útil, feito para quem lê (Google Search Central), e é aí que entra a pergunta sobre quem escreve os textos.
Quem responde depois da entrega pesa tanto quanto quem faz o site. Pergunte em quanto tempo o fornecedor atende quando o site sai do ar, o formulário para de chegar ou uma atualização quebra uma página. No freelancer, a resposta depende da agenda de uma pessoa; na agência, do que o contrato diz. Combine isso por escrito antes de assinar, e não no dia do problema.
Domínio, hospedagem, conteúdo e acessos precisam ficar no nome da empresa, seja com agência, seja com freelancer. O domínio .com.br pertence a quem consta como titular no Registro.br: se o titular é o profissional, a empresa depende dele para renovar, mudar de hospedagem ou trocar de fornecedor.
O guia domínio, hospedagem e acessos traz a lista completa de acessos para pedir na entrega.
A agência se paga quando o site precisa ser encontrado no Google e responder às dúvidas de quem compra, que é o caso da maioria das empresas que vendem serviço. O freelancer atende a tarefa pontual: um ajuste, uma página nova num site que já funciona, um projeto com textos prontos e sem SEO. A decisão sai do que o site precisa fazer, e não do tamanho do fornecedor.
Freelancer para o site da empresa Prós:
Prós
Contras
Agência para o site da empresa Prós:
Prós
Contras
Um exemplo de projeto com várias frentes é o de Fábio Rekowsky, consultoria de compras industriais na China. O site foi reformulado em português e inglês, a Oleiro escreveu todos os textos e começou o SEO. Do primeiro para o segundo mês no ar, as impressões do site no Google cresceram 8 vezes e os cliques, 3 vezes.
O caso completo está em case Fábio Rekowsky.
As dez perguntas servem aos dois tipos de fornecedor, e a qualidade das respostas diz mais do que o preço. Faça as mesmas perguntas a todos e anote as respostas lado a lado.
Checklist
Dez perguntas antes de contratar o site
A última pergunta é a que mais separa propostas. Quem entrega tudo no nome da sua empresa não tem medo de que você troque; quem prende domínio, textos ou acessos tem.
Três cenários comuns mostram como a decisão muda com o projeto. Todos são hipotéticos, e servem para você se reconhecer em um deles.
Um escritório de contabilidade com cinco serviços. O cliente pesquisa cada serviço pelo nome e compara escritórios da cidade. O site precisa de uma página por serviço, com textos que expliquem cada um, e de SEO desde o início. Esse projeto junta várias funções, e a agência costuma ser o caminho mais seguro, desde que a proposta diga quem escreve e quem acompanha.
Um profissional autônomo que quer apresentar o seu trabalho. Ele tem os textos, poucas páginas e vende por indicação. Um freelancer pode atender, com um cuidado: domínio no nome dele e todos os acessos anotados. No dia em que ele quiser ser encontrado por quem ainda não o conhece, o projeto volta para o primeiro cenário.
Uma indústria com catálogo técnico e venda para outros estados. O cliente compara fornecedores, pede catálogo e demora a decidir. O site precisa de estratégia, textos técnicos, páginas de produto e medição, e o trabalho não termina na entrega. Aqui, a equipe pesa mais que o preço, e vale conferir sites parecidos que o fornecedor já colocou no ar.
Nos dois cenários em que o site precisa trazer cliente, o projeto pede várias especialidades e alguém respondendo depois da entrega, e é aí que a agência se paga. Em todos, as respostas às dez perguntas precisam fechar. Se você ainda não descreveu o que o site precisa fazer, comece pelo guia quais páginas um site precisa ter, que ajuda a transformar o negócio numa lista de páginas.
O erro mais comum é escolher pelo fornecedor, e não pelo projeto: contratar a agência mais conhecida ou o freelancer mais barato sem antes descrever o que o site precisa fazer. Quando a empresa sabe quantos pedidos de orçamento precisa receber por mês, a comparação entre propostas fica objetiva.
O segundo erro é não pedir nada por escrito. Prazo, o que está incluído, quem escreve os textos e o que acontece depois da entrega precisam estar na proposta, qualquer que seja o fornecedor. A conta que dá base a essa decisão está em quanto custa um site profissional, com a calculadora de retorno.
Para a empresa que quer o site trazendo pedido de orçamento, a agência é o caminho: estratégia, textos, SEO e medição no mesmo projeto, e alguém respondendo depois da entrega. O freelancer fica para a tarefa pontual, com textos prontos e sem SEO. Se você ainda não sabe em qual dos dois casos está, o diagnóstico gratuito mostra onde a sua empresa aparece hoje e o que o site precisa resolver antes de comparar propostas.
Um site que traz pedido de orçamento não sai de uma etapa só. Na criação de site profissional da Oleiro, a mesma equipe cuida de cada uma:
Mesmo com IA no processo, o resultado vem desse conjunto e do acompanhamento contínuo. Para saber o que o seu site precisa resolver, comece pelo diagnóstico gratuito.
Antes de assinar, quase todo empresário quer saber o mesmo: se vale pagar mais por uma agência, o que acontece se o freelancer sumir e o que precisa ficar por escrito.
Vale para uma tarefa pequena e bem definida, com textos prontos e sem SEO. Para um site que precisa aparecer no Google e trazer pedido de orçamento, a conta muda: estratégia, textos e SEO são especialidades diferentes, e é raro uma pessoa só dar conta de todas. O ponto de atenção é o depois: quem atualiza, quem corrige e o que acontece se o profissional ficar indisponível.
Antes de fechar, passe a proposta pelo checklist de dez perguntas.
Não existe preço único, porque o preço acompanha o número de páginas, quem escreve os textos, o design, o SEO e o que vem depois da entrega. Freelancer e agência podem cobrar preços muito diferentes pelo mesmo número de páginas porque entregam coisas diferentes.
Os fatores que movem o preço estão em quanto custa um site profissional.
Sites são feitos por agências de criação de sites, por parte das agências de marketing digital e por profissionais autônomos. Antes de escolher pelo nome, pergunte quem escreve os textos, se o site nasce pensado para o Google e quem cuida dele depois da entrega, e peça para ver sites parecidos que estão no ar.
Costuma ser, porque a agência reúne várias funções, como estratégia, textos, design, programação e SEO, e mantém uma equipe para responder depois da entrega. Mais caro no valor não quer dizer mais caro no resultado: compare o que cada proposta inclui, linha a linha.
Um orçamento muito abaixo dos outros merece uma pergunta: por que pode sair caro.
Se domínio, hospedagem e acessos estão no nome da empresa, quase nada: outro profissional assume com o site já em mãos. Se estão no nome do freelancer, a empresa pode perder o controle do próprio site. Por isso, o primeiro item do contrato é onde cada acesso fica.
A lista do que precisa ficar com você está em domínio, hospedagem e acessos.
Dá, mas combine antes quem define a estrutura de páginas, os títulos e os endereços, porque o SEO começa no projeto, e não depois do layout pronto. Se o SEO entra só no fim, é comum precisar refazer páginas.
O guia SEO na criação de site mostra o que precisa entrar antes do layout.
Algumas fazem, mas site, SEO e anúncios são especialidades diferentes, e vale perguntar quem executa cada parte e se há sites parecidos no ar. A pergunta que resolve a dúvida é a mesma para qualquer fornecedor: o que você já entregou para uma empresa como a minha?
A comparação está em agência de marketing digital ou agência de sites.
Escrito por
Fundador e consultor de SEO da Oleiro
Une vendas, gestão e tecnologia desde 2000: formado em Ciência da Computação, com MBA em Coaching e Administração. Fundador da Oleiro e consultor de SEO, criou o CLICA CRM e escreve os guias do blog.
Revisado por Solange Koerber Rekowsky, cofundadora da Oleiro

O que move o preço de um site profissional, a conta de retorno e o custo de não ser encontrado, sem tabela genérica.

O que o site pronto deixa de fora, quando o personalizado se paga e a tabela que cruza ticket, canal de venda e tamanho da empresa.

O que cada tipo de agência entrega, quando cada uma faz sentido e as perguntas para descobrir o que trava os contatos da sua empresa.
No diagnóstico gratuito, uma conversa online sem custo, você sai sabendo: onde a sua empresa aparece hoje no Google, no Maps e nas IAs, o que mais trava os pedidos de orçamento e por onde começar. Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.
Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.