
Automação · assistência autorizada WEG
Magnus Automação
Catálogo online site no ar
Site com catálogo de produtos da Magnus Automação, assistência técnica autorizada WEG, criado pela Oleiro.
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Na criação de loja virtual da Oleiro, categorias e fichas de produto são planejadas para o cliente encontrar o que você vende no Google e comprar sem precisar ligar.
Criação de loja virtual é planejar e construir o site de comércio eletrônico onde o cliente encontra, escolhe e compra os seus produtos. Para vender pelo Google, a loja precisa de categorias e fichas de produto escritas para a busca, velocidade no celular e um caminho de pagamento simples. Na indústria e na venda para empresas (B2B), entram também tabela por cliente e pedido mínimo.
Criação de loja virtual é montar o canal de comércio eletrônico da empresa: o site em que o cliente escolhe o produto, paga e recebe o pedido sem falar com ninguém. A loja virtual pode ser feita em plataformas como WooCommerce, Shopify ou Nuvemshop, e cada uma tem limites diferentes para aparecer no Google. Bem feita, ela organiza categorias e produtos para a busca e envia o catálogo ao Google Merchant Center, que leva os produtos à aba de compras do Google. O resultado é vender todos os dias, inclusive para quem nunca ouviu falar da empresa.
Antes de decidir
A loja virtual faz sentido quando o cliente consegue escolher e pagar sem falar com um vendedor. Quando o produto depende de medida, projeto ou negociação, um catálogo com pedido de orçamento costuma vender melhor.
O seu produto depende de projeto, medida ou negociação?
Um catálogo técnico com pedido de orçamento atende melhor a venda que precisa de conversa.
Ver o site personalizado com catálogoQuer vender um produto só, numa campanha?
Uma página única, focada nesse produto, converte melhor o clique do anúncio do que uma loja inteira.
Ver a criação de landing pagePensa em vender só por marketplace?
O marketplace traz público pronto, mas cobra comissão e fica com o contato do cliente; muitas empresas usam os dois, o marketplace para volume e a loja própria para margem e marca.
Conversar sobre o melhor canal para os seus produtosO que você recebe
Uma loja que vende pelo Google começa pela organização do catálogo e termina com os produtos enviados ao Google e as vendas medidas. A plataforma é escolhida pelo seu caso, sem preferência fixa.
Categorias e subcategorias organizadas pelo jeito que o cliente procura no Google, cada uma com título e texto próprios.
Cada produto com nome, descrição, especificações e fotos que respondem às dúvidas de quem compra, com textos escritos pela Oleiro.
Indicamos a plataforma pelo seu catálogo, volume e integrações, como WooCommerce, Shopify ou Nuvemshop, sem preferência fixa.
Do carrinho ao pagamento (o checkout) com o menor número de passos, e frete, prazos e formas de pagamento sempre claros.
Pedido mínimo, tabela de preço por cliente, cadastro aprovado e condição de pagamento para quem vende para outras empresas.
Estoque, preços e pedidos ligados ao ERP, o sistema de gestão da empresa, quando a plataforma e o ERP permitem essa ligação.
Produtos enviados ao Google Merchant Center, a central de produtos do Google, para aparecer na aba de compras e nos anúncios.
Imagens leves e páginas rápidas no celular, mesmo com centenas de produtos, testadas nas métricas de velocidade do Google.
Buscas, cliques e vendas acompanhados com os dados do próprio Google e da plataforma, para saber quais produtos vendem mais.
O investimento depende do tamanho da loja e do que ela precisa fazer, e é avaliado caso a caso.
| Fator | Por que muda o investimento |
|---|---|
| Número de produtos e categorias | Um catálogo grande pede mais estrutura, mais páginas de categoria e mais cuidado com produtos parecidos. |
| Textos dos produtos | A Oleiro escreve as descrições no lugar do texto do fornecedor; mais produtos, mais trabalho de escrita. |
| Integrações | Ligar a loja ao ERP, ao estoque, ao frete e ao meio de pagamento muda o trabalho técnico. |
| Plataforma | Cada plataforma tem limites diferentes, e contorná-los para o Google pede etapas diferentes. |
| Venda B2B | Preço por cliente, pedido mínimo e cadastro aprovado exigem regras próprias na loja. |
Para saber o que pesa na sua loja, peça o diagnóstico gratuito: você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.
Compare antes de decidir
A loja virtual vende sozinha o produto padronizado; o catálogo com pedido de orçamento apresenta o produto técnico e deixa a venda com o time comercial. Para muita indústria, o catálogo é a escolha certa, e é melhor saber isso antes de investir.
| Critério | Catálogo com pedido de orçamento | Loja virtual |
|---|---|---|
| Como o cliente compra | Escolhe e pede orçamento; o vendedor fecha | Escolhe, paga e recebe sem falar com ninguém |
| Preço | Depende de quantidade, medida ou projeto | Fixo ou por tabela de cliente, visível |
| Melhor para | Produto técnico, sob medida ou de valor alto | Produto padronizado e compra repetida |
| Aparecer no Google | Páginas de produto e categoria aparecem na busca | Páginas de produto e categoria aparecem na busca e na aba de compras |
| Operação | Equipe comercial responde aos pedidos | Estoque, frete, pagamento e pós-venda |
| Investimento | Menor: sem pagamento online nem frete | Maior: plataforma, integrações e taxas |
| Quando é a escolha certa | A venda precisa de conversa | O cliente decide sozinho |
Se o seu produto tem preço fechado e o cliente decide sozinho, a loja se paga. Se depende de conversa, comece pelo catálogo. Muitas indústrias fazem os dois: catálogo técnico para a linha principal e loja para peças de reposição. Na hora de escolher a plataforma, compare os limites de SEO de WooCommerce, Shopify e Nuvemshop.
Quer vender seus produtos pelo Google?
No diagnóstico gratuito, você descobre se o seu caso pede loja virtual ou catálogo com orçamento.
Método Oleiro
A loja virtual segue o método Enxergar, Planejar, Construir e Conquistar, e a plataforma só é escolhida depois de entendermos o catálogo e a forma de vender.
Entendemos o catálogo, como o cliente procura cada produto no Google e como a venda acontece hoje, do pedido à entrega.
Apresentamos a árvore de categorias, a plataforma indicada para o seu caso e as regras de venda, como frete e pedido mínimo.
Escrevemos categorias e fichas de produto, configuramos pagamento, frete e integrações e testamos compras de ponta a ponta.
Com a loja no ar, enviamos os produtos ao Google e medimos buscas, cliques e vendas para ajustar categorias e fichas.
O mesmo time cria a loja e faz o SEO, então categorias, produtos e descrições já nascem pensados para a busca.
A Oleiro entende o catálogo, o público e a operação antes de indicar a plataforma, para a loja não travar quando crescer.
As descrições de produto e de categoria são escritas pela Oleiro, a partir do conhecimento que a empresa tem do que vende.
A Oleiro trabalha com sites desde 2000, com mais de 1.000 projetos entregues no Brasil e na Europa.
Resultados
A Oleiro cria catálogos de produtos para indústrias e empresas B2B, com categorias e fichas pensadas para a busca. O catálogo é a mesma base de uma loja virtual; o que muda é o pagamento online. Abra cada site e confira como os produtos estão organizados.

Automação · assistência autorizada WEG
Catálogo online site no ar
Site com catálogo de produtos da Magnus Automação, assistência técnica autorizada WEG, criado pela Oleiro.
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Indústria
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Site com catálogo de produtos da Incatex, organizado para o comprador encontrar cada linha.
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Redes elétricas
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Site com catálogo da Tissi Redes Elétricas, com os produtos apresentados para o comprador técnico.
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Ver o site da Tissi“Gostamos muito do trabalho que foi feito em nosso site. Recomendo”
Dúvidas
A maior dúvida antes de abrir uma loja virtual não é a plataforma. É saber se o seu produto vende sem conversa.
Sua dúvida não está aqui?
Antes da plataforma, você precisa do catálogo organizado (fotos, descrições e preços), das regras de frete e pagamento, de um domínio próprio e de alguém para cuidar dos pedidos. A plataforma vem depois dessas definições. As categorias e fichas de produto são escritas pela Oleiro, a partir do conhecimento da empresa sobre os produtos.
Porque a loja já nasce com SEO: as categorias e as fichas de produto são escritas pela Oleiro para as buscas que o seu cliente faz no Google. O projeto segue quatro passos: entender o catálogo e a venda de hoje, definir a plataforma e a árvore de categorias, construir e testar compras de ponta a ponta e, com a loja no ar, medir buscas, cliques e vendas para ajustar.
Não existe uma plataforma melhor para todos. WooCommerce, Shopify e Nuvemshop têm limites diferentes de endereço, título, blog e integração. Com ERP, o sistema de gestão da empresa, pesa saber se existe integração pronta ou se ela precisa ser desenvolvida. Compare os limites de SEO de cada plataforma.
O investimento numa loja virtual vai além da mensalidade da plataforma. Entram as taxas de pagamento, o conteúdo das fichas, o SEO, as integrações e a mídia dos primeiros meses, e o peso de cada um muda com o tamanho do catálogo. Por isso a proposta vem depois do diagnóstico. Para a loja dar lucro, some tudo o que ela custa no primeiro ano, como mostra quanto custa uma loja virtual além da mensalidade.
Os dois podem conviver. O marketplace traz público pronto e cobra comissão; a loja própria guarda a margem, a marca e o contato do cliente. A decisão depende do tipo de produto e de quanto a empresa quer depender de cada canal.
Sim. A loja pode exigir cadastro aprovado, mostrar preço só depois do login e aplicar tabela por cliente e pedido mínimo. Para indústrias, veja também o site com catálogo técnico.
Sim, quando os produtos são enviados ao Google Merchant Center, a central de produtos do Google, e aprovados. A aba de compras do Google mostra produtos de graça, além dos anúncios pagos. O envio dos produtos ao Google faz parte do projeto.
O prazo de uma loja virtual depende do número de produtos, das integrações e dos textos, por isso não existe um prazo fixo. Uma loja com poucos produtos e pagamento padrão fica pronta antes de uma loja integrada ao ERP. A Oleiro apresenta o cronograma depois do briefing, com cada etapa, e mantém a empresa informada pelo WhatsApp e por conversas por vídeo.
A Oleiro organiza a estrutura de categorias e escreve os textos dos produtos; o cadastro pode ser feito pela Oleiro ou importado da planilha ou do ERP da empresa. O que importa é que cada produto entre com nome, descrição, fotos e dados corretos. Depois da entrega, a equipe da empresa aprende a cadastrar novos produtos no mesmo padrão.
Depois que a loja vai ao ar, começa o trabalho de fazê-la ser encontrada: acompanhar nos dados do próprio Google quais categorias e produtos aparecem, ajustar o que não aparece e cuidar do Google Merchant Center. A Oleiro pode seguir com o SEO da loja e a manutenção, para ela se atualizar continuamente e vender mais.
Na conversa do diagnóstico, entendemos o seu catálogo e a forma de vender. Você sai sabendo: