
Refazer ou otimizar o site atual: como decidir
Critério para decidir entre otimizar e refazer o site, a conta de cada caminho e como proteger as posições no Google.

Site que não gera contato quase nunca tem problema de beleza: o problema está em quem chega, no que o site diz ou no caminho até o botão. Dez sinais, medidos nos dados do próprio Google e nos contatos que você recebe, mostram se basta ajustar, reescrever ou refazer.
Site bonito que não gera contato quase sempre tem um de três problemas: pouca gente chega, quem chega não entende por que escolher a empresa, ou o caminho até o botão de contato é difícil. A beleza raramente é a causa, e por isso refazer o layout sem descobrir qual dos três é o problema costuma repetir o resultado.
A conta é simples. O pedido de orçamento é o produto de três coisas: quantas pessoas chegam, quantas entendem o que você faz e quantas acham o contato. Se uma delas é quase zero, as outras duas não compensam. Um site que recebe poucas visitas não gera contato nem com o texto perfeito; um site cheio de visitas e sem botão à vista também não.
A reformulação de site é o serviço para quando o diagnóstico mostra que o problema não se resolve com ajuste. Na reformulação de site da Oleiro, o que já traz visitas é preservado, e o resto é refeito com o posicionamento de hoje. Antes de chegar lá, confira os dez sinais com os números do seu site em mãos.
Os dez sinais abaixo se conferem com dois conjuntos de dados: os dados do próprio Google (o Google Search Console, a ferramenta gratuita que mostra em quantas buscas o seu site aparece e quantos cliques recebe) e os contatos que você já recebe, no formulário e no WhatsApp. Cada sinal aponta para um de três degraus: ajustar, reescrever e reorganizar ou refazer.
| Sinal | Onde conferir | O que costuma indicar |
|---|---|---|
| 1. Tem visitas, mas poucos contatos | Visitas no Google Analytics ou no relatório do Search Console, contra os contatos do mês | Ajustar: botão, formulário e a primeira tela |
| 2. O botão de contato não aparece na primeira tela do celular | Abra o site no celular e conte quantos toques até o contato | Ajustar |
| 3. O formulário pede muita coisa | Quantos campos tem; quantos você realmente usa | Ajustar |
| 4. Poucas visitas vêm do Google | Cliques por mês no relatório de desempenho do Search Console | Reorganizar: faltam páginas para as buscas do cliente |
| 5. Só aparece quando procuram o nome da empresa | Consultas do relatório de desempenho: quantas não têm o nome da empresa | Reescrever e reorganizar |
| 6. Uma página só fala de todos os serviços | Conte quantos serviços cada página trata | Reorganizar: uma página por serviço |
| 7. Os textos falam da empresa, e não do cliente | Leia a página inicial: o primeiro parágrafo diz o que o cliente ganha? | Reescrever |
| 8. O site é lento ou ruim no celular | Relatório de experiência e Core Web Vitals do Search Console | Ajustar, ou refazer se a base técnica não permite |
| 9. Ninguém na empresa consegue editar sem pedir ajuda | Teste: troque uma foto e um telefone sozinho | Refazer, se a plataforma é o limite |
| 10. O site não representa mais a empresa de hoje | Compare serviços, clientes e posicionamento atuais com o que o site mostra | Refazer, preservando o que já traz visitas |
Os sinais de 1 a 3 são de caminho até o contato e costumam ser os primeiros a corrigir. Os de 4 a 7 são de conteúdo, e o conserto é reescrever e reorganizar páginas. Os de 8 a 10 são estruturais, e é neles que a reformulação costuma entrar. O relatório de desempenho do Search Console mostra cliques e impressões por página e por busca, e o Google explica como ler cada coluna. A velocidade no celular é medida pelos Core Web Vitals, que avaliam carregamento, resposta e estabilidade da página (Google Search Central).
Checklist
Antes de decidir, anote estes números
Basta ajustar quando o site tem visitas e a base é boa, mas o caminho até o contato falha. Nesse caso, o conserto é pontual: botão de WhatsApp à vista no celular, formulário com menos campos, primeira tela dizendo o que a empresa faz e para quem, e prova perto do botão.
O ajuste é a saída mais barata e a que menos arrisca as posições, porque não muda endereços. Se depois dele os contatos sobem, o problema era o caminho. Se não sobem, os números do passo anterior mostram que o problema é anterior: o site precisa ser encontrado por mais gente ou explicar melhor.
O Google orienta a criar conteúdo útil, centrado nas pessoas, e a perguntar quem fez, como e por quê (Google Search Central). Aplicado à página inicial, isso vira uma conferência simples: a página diz quem é a empresa, mostra que ela faz o que diz e deixa claro o próximo passo?
Vale refazer quando a causa do problema está na estrutura, na tecnologia ou na distância entre o site e a empresa de hoje, e o ajuste não alcança. O layout bonito não é motivo para manter: a pergunta é se a base aguenta o que a empresa precisa.
Quatro situações costumam justificar a reformulação:
O cuidado de qualquer reformulação é proteger o que já funciona. O Google recomenda, em mudanças de site com alteração de endereços, mapear cada endereço antigo para o novo (Google Search Central). Na prática, isso é o redirecionamento 301, que avisa o Google de que a página mudou de lugar para sempre. O guia redirecionamento 301 traz o que conferir depois da troca.
Um site reformulado para captar contatos pode ganhar espaço no Google já nos primeiros meses, mas o número depende do ponto de partida. A consultoria de compras industriais Fábio Rekowsky teve o site reformulado pela Oleiro, em português e inglês, com todos os textos escritos e SEO inicial. Do primeiro para o segundo mês no ar, as impressões cresceram 8 vezes e os cliques, 3 vezes.
O resultado mostra a velocidade com que o Google passou a mostrar o site, e não um número consolidado: o ritmo dos próximos meses é que diz quanto ele cresce. O case Fábio Rekowsky conta o que foi feito.
O erro mais comum é refazer o visual e manter o problema: um layout novo sobre a mesma estrutura, os mesmos textos genéricos e o mesmo botão escondido. O site fica mais bonito, os elogios aumentam e os contatos continuam onde estavam.
O segundo erro é decidir sem números. Sem os dados do Google e sem a contagem de contatos, qualquer escolha é palpite. Quem tem os números anotados chega a qualquer conversa com fornecedor sabendo qual dos três degraus procura.
Refazer vale para quem tem a estrutura, a plataforma ou o posicionamento como limite, e quer proteger o que já traz visitas. Quando o site é razoável e o problema é pontual, como o botão mal posicionado, o caminho é otimizar: a Oleiro ajusta o que trava o contato e direciona o investimento para conteúdo que traz gente nova. Quem anuncia ganha junto: com o site claro e rápido, o anúncio tende a custar menos por contato, porque o Google diz que qualidade e performance andam juntas, com posições melhores e um custo menor.
A Oleiro começa pelos números: cliques e buscas nos dados do próprio Google, contatos do formulário e do WhatsApp, e a primeira tela do site aberta no celular. Com isso, dizemos qual dos três degraus o seu site pede, inclusive quando a resposta é só ajustar. Quando o caso é refazer, a reformulação de site passa por todas as etapas de um projeto novo: análise do público e do mercado, estrutura de páginas, textos com o posicionamento de hoje, design, desenvolvimento com SEO técnico, redirecionamento do que já traz visitas e acompanhamento depois do lançamento. Em qualquer degrau, o resultado vem do conjunto, e não de uma troca isolada. Se marcou três ou mais sinais, ou não sabe por onde medir, o diagnóstico gratuito é o próximo passo.
Quem chega a este guia costuma ter uma dúvida em comum: se o problema é o site ou o que está em volta dele, e quanto custa errar na decisão.
Os motivos se agrupam em três: pouca gente chega ao site, quem chega não entende o que a empresa faz ou por que escolher você, ou o caminho até o botão de contato é confuso. Conferir o número de visitas, as buscas em que o site aparece e o que as pessoas fazem na página inicial já separa os três casos.
Os dez sinais estão na tabela de sinais.
Nem sempre. A aparência ajuda a passar confiança, mas o que leva ao contato é clareza: dizer o que a empresa faz, para quem, com que prova e qual o próximo passo. Um site bonito sem essa clareza recebe elogios e poucos pedidos de orçamento.
O guia site pronto ou personalizado mostra como a estrutura pesa mais do que o layout.
Depende do mercado, da concorrência e de quanto o site já era conhecido, e ninguém sério promete data. O que dá para acompanhar são os primeiros sinais: o site aparece em mais buscas e recebe mais cliques a cada mês.
O guia quanto tempo o SEO leva explica o que esperar mês a mês.
Pode fazer, se as páginas que já aparecem no Google mudam de endereço sem aviso. O risco se controla com um inventário das páginas e com redirecionamentos 301, que avisam o Google de que a página mudou de lugar para sempre.
Veja o passo a passo em refazer ou otimizar o site.
Comece pelo caminho até o contato: o botão de WhatsApp ou orçamento está visível na primeira tela do celular? O formulário pede só o necessário? A página responde à dúvida de quem chegou? Esses ajustes são os mais rápidos e os que menos arriscam o que o site já conquistou.
Um botão de WhatsApp visível em toda página, inclusive na primeira tela do celular, com uma mensagem pronta que diga de qual página a pessoa veio. Perto do botão, uma prova curta (um cliente, um número, uma nota no Google) e a promessa do que acontece depois do clique. E alguém para responder rápido: o contato que espera horas esfria.
É, em geral, um problema de conteúdo: o site existe, mas não tem página que responda às buscas de quem ainda não conhece a empresa. Isso não se resolve trocando o layout, e sim com páginas e textos para as buscas do seu cliente.
O guia só aparece quando pesquisam o nome trata dessa situação.
Escrito por
Fundador e consultor de SEO da Oleiro
Une vendas, gestão e tecnologia desde 2000: formado em Ciência da Computação, com MBA em Coaching e Administração. Fundador da Oleiro e consultor de SEO, criou o CLICA CRM e escreve os guias do blog.
Revisado por Solange Koerber Rekowsky, cofundadora da Oleiro

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