
Site pronto ou personalizado: qual faz sentido para a sua empresa
O que o site pronto deixa de fora, quando o personalizado se paga e a tabela que cruza ticket, canal de venda e tamanho da empresa.

Refazer ou otimizar o site se decide pelo que o site atual ainda aguenta. Se a estrutura, a plataforma e os textos comportam o que a empresa precisa, otimizar custa menos e arrisca menos. Se não comportam, refazer compensa, desde que as posições no Google sejam protegidas na troca.
Refazer ou otimizar o site é a escolha entre construir um site novo e melhorar o que já existe. Otimizar mexe no que está no ar, como textos, páginas, velocidade e caminho até o contato, sem trocar os endereços. Refazer troca a base, e o risco é perder as posições que o site antigo conquistou no Google.
A palavra “refazer” cobre coisas diferentes: trocar só o visual, reorganizar as páginas ou reconstruir tudo, inclusive a tecnologia. O que decide o risco é quanto muda de endereço e de texto. É por isso que a reformulação de site da Oleiro começa pelo inventário do que o site atual já entrega, e só depois define o que refazer.
Cinco perguntas decidem entre refazer e otimizar, e cada uma se responde com o que você já pode ver no site e nos dados do próprio Google. Se a resposta é sim para todas, otimizar basta; cada não pesa a favor de refazer.
| Pergunta | Como conferir | Se a resposta for não |
|---|---|---|
| A estrutura comporta os serviços da empresa? | Conte as páginas: existe uma por serviço ou produto? | Reorganizar; refazer se a base não permite |
| A plataforma deixa editar e medir? | Troque uma foto e um telefone sozinho; veja se há medição de contatos | Refazer, se a plataforma é o limite |
| Os textos falam do cliente e do que ele ganha? | Leia a primeira tela da página inicial | Reescrever, o que não exige refazer |
| A velocidade no celular tem conserto? | Relatório de experiência e Core Web Vitals, no Search Console | Otimizar; refazer se a base técnica não deixa |
| O site representa a empresa de hoje? | Compare serviços, clientes e posicionamento atuais com o site | Refazer, preservando o que traz visitas |
O Search Console é a ferramenta gratuita do Google que mostra em quais buscas o site aparece e quantos cliques ele recebe, e o relatório de desempenho é onde se confere quais páginas já trazem visitas. A velocidade no celular é medida pelos Core Web Vitals, que avaliam carregamento, resposta e estabilidade (Google Search Central).
Uma regra prática: se só a terceira pergunta tem resposta negativa, o problema é de texto, e refazer o site seria um custo desnecessário. Se três ou mais forem negativas, otimizar vira remendo, e o diagnóstico de sintomas em site bonito que não gera contato ajuda a confirmar.
Site montado numa plataforma pronta, como o Wix, costuma esbarrar na segunda pergunta. O que o painel não permite, nenhuma otimização entrega: uma página para cada segmento, o controle do que entra no Google, a medição de onde vem cada contato. Nesse caso, o caminho é refazer, com a base no nome e sob o controle da empresa. A plataforma nova, seja WordPress, Next.js ou outra, sai da análise do que o site precisa fazer, com a hospedagem certa para ela.
A conta de cada caminho tem três linhas: o investimento, o risco para as posições e o tempo até o resultado aparecer. Otimizar investe menos, arrisca pouco e mostra resultado mais cedo, mas tem teto: o que a base do site não permite, o ajuste não entrega. Refazer investe mais e arrisca mais, e abre o teto.
| O que comparar | Otimizar | Refazer |
|---|---|---|
| Investimento | Menor, em ajustes pontuais | Maior, num projeto novo |
| Risco para as posições | Baixo, pois os endereços não mudam | Médio a alto, se os endereços mudam sem redirecionamento |
| Tempo até o resultado | Mais curto | Mais longo: o Google precisa ler o site novo |
| Teto de resultado | Limitado pela base atual | Definido pelo novo projeto |
| Quando se justifica | Base boa, problema pontual | Base que não comporta o que a empresa precisa |
O custo escondido de refazer é o do que se perde se algo der errado. O Google avisa que, em mudanças de site com alteração de endereços, pode haver oscilação temporária no desempenho (Google Search Central). O que se controla é a profundidade e a duração dessa oscilação.
Fonte: Exemplo hipotético, números ilustrativos
| Situação | Pedidos |
|---|---|
| Antes da troca | 12 |
| Troca sem redirecionamento | 8,4 |
| Troca com redirecionamento | 12 |
Não é previsão, é a lógica: a troca bem feita mantém o ponto de partida, e a mal feita abre um buraco que leva meses para fechar.
Otimizar o site atual rende mais quando segue uma ordem: primeiro medir, depois destravar o contato, depois os textos, a velocidade e o SEO de cada página. A ordem importa porque o ajuste mais barato, um botão de WhatsApp à vista, costuma trazer resultado antes do mais caro.
A otimização funcionou quando os números do primeiro passo se mexem: impressões e cliques subindo nas páginas ajustadas e mais pedidos de orçamento chegando pelo site. Se depois de alguns meses nada mudou e as cinco perguntas apontam para a base, o caminho é refazer.
Refazer o site sem perder posição exige cinco passos, na ordem: inventário, mapa de redirecionamentos, site novo em endereço provisório, troca com redirecionamentos ativos e acompanhamento. Nenhum deles depende de layout, e todos vêm antes de qualquer troca no ar.
Um exemplo de reformulação com SEO desde o começo é a consultoria de compras industriais Fábio Rekowsky: o site foi reformulado em português e inglês, com todos os textos escritos pela Oleiro, e, do primeiro para o segundo mês no ar, as impressões do site no Google cresceram 8 vezes e os cliques, 3 vezes.
O case Fábio Rekowsky mostra o que foi feito. Se a troca incluir também o domínio, o caminho tem cuidados próprios, descritos em trocar de domínio sem perder SEO.
O erro mais comum é refazer o site sem o inventário das páginas que trazem visitas. O projeto começa pelo layout, o site novo fica bonito, e só depois alguém descobre que a página que mais atraía clientes mudou de endereço ou sumiu.
O segundo erro é o contrário: otimizar um site que não tem mais como crescer. Ajustar textos e botões num site que não comporta uma página por serviço gasta dinheiro e deixa o teto igual. Por isso, as cinco perguntas vêm antes do orçamento.
Otimizar vale para quem tem uma base boa e um problema pontual, como texto fraco, botão escondido ou páginas lentas. Refazer vale para quem tem a estrutura, a plataforma ou o posicionamento como limite, e aceita o cuidado de proteger as posições. Refazer não vale quando o único problema é o visual, ou quando a empresa não tem os números para saber o que está funcionando.
Checklist
Antes de pedir orçamento para refazer
A Oleiro começa pelo inventário: quais páginas trazem visitas e pedidos, segundo os dados do próprio Google, e o que a base atual permite. Quando otimizar resolve, é isso que recomendamos, e a otimização também tem etapas: medir, destravar o contato, reescrever as páginas, acelerar o site e acompanhar o resultado mês a mês. Quando a base é o limite, a reformulação de site entra com o mapa de redirecionamentos pronto antes de qualquer troca no ar e o acompanhamento nas semanas seguintes. A IA acelera a construção do site novo, guiada pelo inventário e pela análise da empresa, do público e do mercado. Se ainda estiver em dúvida, o diagnóstico gratuito mostra qual dos dois caminhos faz sentido para o seu site.
Antes de decidir, quase todo empresário quer saber o mesmo: se refazer faz perder o Google, quanto trabalho dá e como saber que o ajuste não resolve.
Vale quando a estrutura não comporta os serviços da empresa, a plataforma impede de editar e medir, ou o site conta a história de uma empresa que já mudou. Quando o problema é pontual, como um botão escondido ou um texto fraco, otimizar resolve com menos risco.
Os dez sinais que separam os dois casos estão em site bonito que não gera contato.
Pode, se as páginas que já aparecem mudam de endereço sem aviso ao Google. Com o inventário das páginas e o redirecionamento 301 de cada endereço antigo para o novo, o risco fica sob controle, embora o Google avise que pode haver oscilação temporária.
O que conferir depois da troca está em redirecionamento 301.
Otimizar melhora o site que existe, ajustando textos, páginas, velocidade e caminho até o contato, sem mudar os endereços. Refazer constrói um site novo, com outra estrutura, e por isso precisa de um plano para proteger o que o antigo conquistou. Os dois podem se combinar: refazer a base e preservar o conteúdo que traz visitas.
Mudar só o visual, sem trocar endereços, títulos e textos, tem pouco efeito direto, a não ser pela velocidade e pela experiência no celular. O que afeta é o que muda junto: endereços, estrutura, textos e tecnologia. Por isso, a regra é listar o que muda antes de aprovar o layout.
Não precisa. O site novo é montado e testado num endereço provisório, e só entra no lugar do antigo quando está pronto, com os redirecionamentos ativos. Assim, a empresa não fica sem site nem um dia por causa da reformulação.
Veja como funciona a reformulação de site.
Em geral, não: trocar de domínio e de site ao mesmo tempo soma dois riscos e dificulta saber o que causou uma queda. Se a troca de domínio é necessária, ela tem passo a passo próprio, com cuidados diferentes.
O diário de uma troca real está em trocar de domínio sem perder SEO.
Escrito por
Fundador e gestor executivo da Oleiro
Cria sites, sistemas e estratégias comerciais desde 2000. Fundador da Oleiro, criou o CLICA CRM e escreve os guias do blog.
Revisado por Solange Koerber Rekowsky, cofundadora da Oleiro

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O que faz uma mensalidade de SEO custar mais ou menos, o que ela precisa entregar e a conta de retorno, sem tabela genérica.
No diagnóstico gratuito, uma conversa online sem custo, você sai sabendo: onde a sua empresa aparece hoje no Google, no Maps e nas IAs, o que mais trava os pedidos de orçamento e por onde começar. Você sai com o mapa do que fazer, mesmo que não contrate a gente.
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